Manifestantes fazem ato contra a Embasa em Palmeiras

Na tarde desta quinta-feira (1), na cidade de Palmeiras, município da Chapada Diamantina, ocorreu um ato de manifestação contra o mau serviço prestado pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Segundo dados da Polícia Militar, cerca de 800 manifestantes, saíram em protesto pacificamente pelas ruas da cidade, indo sentido a sede da Embasa, que fica situada na saída para o Capão.

Imagem reprodução Ricardo de Jesus

A população reivindica diversas melhorias nos serviços prestados pela empresa no município, como: agilidade no conserto de problemas nas redes, uma central de atendimento local, um gerador, uma bomba reserva, contra partida ambiental e melhoria na comunicação. “A Embasa não tem respeito aos seus clientes, coleta a nossa água do rio e não tem nenhuma ação ambiental, além de cobrar 30 dias de água, sendo que só fornece 15”, lamenta o morador Raul Santos.

Imagem reprodução Ricardo de Jesus

Os moradores questionam também a falta de água constante, o valor da taxa de esgoto, que consideram alta, a diminuição no fornecimento que eram 10m³ e agora são 6m³, qualidade da água que é despejada no rio e a que chega às casas e querem saber mais sobre o mapa da rede de esgoto e água. “Estou muito insatisfeita com essa Embasa, além da escassez de água que estar deixando muito a desejar; a água está péssima, com mau cheiro e amarela”, relata moradora Lucilaine Rocha.

O Sgt° Alan Franco, comandante do Departamento de Polícia Militar (DPM), e soldado Nascimento, parabenizam a população pela manifestação pacifica, sem nenhum registro de ocorrência ou uma intervenção da policia. “Excelente iniciativa popular, muito bonita e pacifica. Estão todos de parabéns”, declara o sargento.
Entramos em contato com a responsável pela sede da Embasa em Palmeiras, mas não obtivemos resposta até o fechamento dessa reportagem.

O ato foi organizado por um grupo de moradores, que estiveram na sessão da Câmara de Vereadores na ultima segunda feira, 29, que decidiu fazer esse protesto. O grupo usou as redes sociais e o carro de som para convocar toda a população.

Por Joílson Santos estudante de comunicação social e jornalismo.

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