Jovem morta por psicopata enviou áudio para mãe antes de morrer; ouça

A jovem Ariane estava feliz e sorridente, quando contou para a mãe em um áudio de WhatsApp, no dia 24/08, que sairia com as amigas para lanchar e que elas passariam de carro para pegá-la.

A mãe de Ariane, a cabeleireira Eliane Laureano, de 35 anos, compartilhou com o Metrópoles as últimas mensagens enviadas pela filha, antes de ser morta.

Ouça o áudio:

A mãe da jovem havia saído de casa para ir ao banco fazer um depósito e Ariane avisou, antes, por meio de mensagem escrita, que sairia. “Mainha vou sair”, escreveu.

Sem notícia da filha, às 23h15, Eliane mandou mensagens perguntando que horas ela chegaria em casa. Nesse horário, a jovem já não respondia mais. Estava morta.

No dia seguinte, a mãe acordou e preocupou-se ao ver que Ariane ainda não havia chegado em casa, tampouco respondido a mensagem enviada na noite anterior. Às 7h48, Eliane perguntou: “Ariane, cadê você?”.

O corpo de Ariane só foi encontrado, porque moradores próximos ao local acionaram a polícia ao sentirem forte odor vindo da mata. Ele já estava em estágio avançado de decomposição e foi identificado por meio das impressões digitais.

Trio maléfico
De acordo com a investigação da Polícia Civil de Goiás (PCGO), Ariane foi assassinada por três pessoas: Raíssa Nunes Borges, de 19 anos, Enzo Jacomini Carneiro Matos, que é uma jovem transexual de 18 anos e que se apresenta como Freya, e Jeferson Cavalcante Rodrigues, 22.

Eles atraíram a vítima como se ela fosse a um passeio, com tudo já armado para o cometimento do crime. Ariane foi morta, conforme o relato dos presos, porque uma das envolvidas (Raíssa) queria matar alguém para se testar e saber se era ou não psicopata. Ela desejava saber como seria a própria reação, após matar alguém. Se sentiria culpa ou não.

O motivo chocou ainda mais a mãe de Ariane, que diz não acreditar no que aconteceu. Ariane era filha única, sonhava em ser médica veterinária e amava encontrar os amigos na pista de skate do Setor Coimbra, em Goiânia. Era lá que ela costumava encontrar Freya e os outros conhecidos.

A elucidação do crime começou pela identificação do carro que fez o transporte do corpo da jovem até o Setor Jaó. Com as características e dados do veículo em mãos, a polícia chegou ao nome de Jeferson, proprietário do veículo.

O nome de Ariane saiu de uma lista com três nomes de potenciais vítimas. Eles estavam decididos em cometer o crime e escolheram a jovem, devido à baixa estatura. Eles calcularam que, em caso de reação, seria fácil de controlá-la.

As informações são do Metrópoles

Kleber Medrado

Kleber Medrado é Jornalista com base na Decisão do STF 511.961, na qual já exerce a profissão oficialmente desde 09/12/2013, quando criou o site SeLigaChapada.com.brSão anos de experiencia e reconhecimento em toda região onde o site tem cobertura de forma oficial.

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